Meu mundo

vem-pro-meu-mundo Sou uma pessoa de outra sociedade, de outra época, de outro planeta. Não conheço a música e não sei a dança, me sinto a todo momento uma peça fora do lugar.

No meu mundo, as pessoas são mais importantes que as coisas, a amizade não muda, ainda que o tempo passe e os casamentos têm um valor inestimável.

No meu mundo, existe honestidade no trabalho, os horários são respeitados e os sinais de trânsito também. Lá, a gentileza é gratuita e o pensamento livre é um direito defendido a qualquer custo.


Filosofando…

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Quando ainda somos crianças e principalmente adolescentes, os nossos dias são permeados de sonhos e o nosso tempo é ocupado pela busca incessante dos nossos desejos. Em meio a tanta correria e ansiedade, nem percebemos o tempo passar e, de repente, acordamos à beira dos “30”, olhando para alguns sonhos que ainda restam nas mãos. “Será que vai dar tempo?” A pergunta soa como um grande enigma em nossa mente.

Eu nunca sonhei muito alto no que se refere a conquistas materiais, mas sempre quis uma família, um lar e alguém pra amar. Já tenho tudo isso e me sinto tão feliz que me peguei perguntando o que fazer da vida agora. É isso? E agora, o que faço? Ao dividir o meu dilema com o meu marido ele me deu a solução que pra ele é tão simples como acordar todos os dias: agora você usufrui do que conseguiu.

Apesar de parecer lógico e o mais certo a fazer, ainda me pareceu pouco. Então a vida é só isso? Você constrói e depois se deleita no que construiu até o fim? Isso me pareceu pouco porque estava acostumada a correr a vida inteira pelo que eu queria, acostumada a lutar e perder várias vezes antes de conseguir. E por mais que isto tivesse me ocasionado várias lágrimas, hoje vejo o quão emocionante era a busca constante por ser feliz.

Me dei conta de que a felicidade não é o DESTINO, mas o CAMINHO e que se não sonhamos, morremos. A vida não acaba ao escurecer, a vida acaba quando deixamos de sonhar. Então eu percebi que o que devia fazer agora, era não apenas me deleitar em meus sucessos, mas construir novos projetos e amar cada vez mais. Bem, são só umas coisas que tenho pensado…


Um pouquinho de emoção pra nossa tarde!

Já disse aqui no blog que sou chorona por natureza? Então, a coisa mais fácil do mundo é alguém me emocionar, isso acontece todo dia, a qualquer hora, basta assistir um filme bonitinho ou algo parecido que já tô derretida. Grey’s Anatomy mesmo já bateu o record de tanto que já me fez chorar.
Nos útimos dias, cliquei em dois links que tiraram lágrimas dos meus olhos mais uma vez. O primeiro eu vi no blog de Carlinha, uma menina bonita que tem um blog super fofo que adoro, o Querido Diário. Gostei tanto da surpresa que tenho indicado para todas as pessoas que gosto. Até o namorado não resistiu de curiosidade e foi clicar também, só não sei se ele também chorou de emoção como eu! Ah!! Antes de clicar, saiba que você precisa esperar  um pouco, não seja ansiosa como eu (mesmo depois de Carla ter prevenido) e não saia da página, apenas espere e observe o que vai acontecer. Quando você clicar, aparecerá uma janela com um espaço pra colocar seu primeiro nome, fazendo isso, dê enter e espere!

Link que faz a gente chorar e sorrir

O outro link que faz a gente chorar e sorrir é o pedido de casamento da Renata, que vocês podem assistir no You Tube:


Como eu lido com o meu estresse


Ando estressada ultimamente, meu estômago que o diga… Sempre que passo por dias estressantes, o meu estômago paga o pato! Passei o último mês estudando pra um concurso público. Estudei todos os dias, o dia todo e por mais que eu me permitisse algumas distrações às noites e no domingo, a ansiedade por dominar todo o assunto do edital a tempo me consumiu bastante. Graças a Deus, fiz a prova nesse fim de semana, mas ainda preciso descansar, minha mente quer apenas uma rede e um bom livro! Ainda estou ansiosa pra saber o resultado, mas tento me controlar. Me sinto irritada sem motivo algum e tem sido bem difícil lidar com o meu estresse.
Tenho procurado fazer coisas que gosto e evitar obrigações e correrias. Outra coisa que me faz bem é inspirar profundamente quando me sinto muito irritada ou impaciente. Ah, e sorvete! Nada melhor que sorvete no calor de Jequié e com os nervos à flor da pele!



Ah! Eu de madrinha…

 

 


Ser diferente…

    Pessoas são sempre fascinantes, com suas escolhas, medos e anseios, suas diferenças e suas semelhanças. É incrível como tantas vezes se contradizem, discutem suas idéias e preferências, mas no final, são tão parecidas, ainda que não queiram admitir. Competem para serem diferentes, competindo criam diferenças, mas competem porque são iguais. É isso! No fim de tudo, têm as mesmas necessidades e sonhos. De chorar e de sorrir, de ganhar e de perder, de pagar mais barato pra ter o mais caro!

    Precisam expor suas idéias e às vezes, elas são tão iguais que o outro fala primeiro! Ficam desolados, tristes, desanimados… Culpam-se por não terem falado logo, lutado pelo mesmo espaço pelo qual o outro lutou e venceu. Foi mais ágil como fôra outrora, menos lento do que é agora como ele também fôra em outros tempos… Fases iguais em momentos diferentes, na vida de pessoas iguais que anseiam por ser diferentes! Desejam ter uma casa original, um cargo de reconhecimento no trabalho que os eleve a um nível diferente dos colegas, desejam a roupa que ninguém tem, um casamento como nunca se viu igual! Será possível? Casamento tem que ser igual. Tem que ter beijo, arroz e aliança, tem que ter amor, respeito e confiança. Tem que ter festa, música e dança! Tem que ser igual, tem que ser humano.
    Não é a questão de extinguir a criatividade e reduzirem-se a meros seres comuns, mas sim de desistirem dessa diferença que lhes faz melhores ou piores para se reconhecerem como espécie, como irmãos. Compartilhar idéias ao invés de competí-las, unir ao invés de separar, construir juntos ao invés de derrubar o outro. Para que serve uma diferença que os faz solitários? Ser diferente é não se misturar, é viver em um outro mundo inimaginável para os demais? Esse mundo é tão impenetrável assim? Ser diferente é viver além, portanto, é ser igual, porque todos desejam viver além! É ser humilde para admitir que ainda que lutem, que vençam ou morram para ser diferentes, no fim de tudo, sempre haverão Pontos Comuns.